Do mapa cirúrgico ao documento no prontuário.
Uma jornada para estruturar o registro anestésico sem tirar o profissional do ritmo do centro cirúrgico.

A conversa começa
na rotina.
Durante o ato anestésico, a informação muda depressa. O fluxo precisa apoiar o registro clínico, preservar a continuidade em contingência e devolver o documento ao prontuário.
Como a jornada
se organiza.
Uma sequência operacional baseada no fluxo atual do Vertuss Anestesia360.
- 01
Entrar pelo mapa do dia
O anestesista parte da agenda sincronizada para localizar pacientes e salas do período.
- 02
Preparar a avaliação
A avaliação pré-anestésica aproveita dados disponíveis no Tasy, como alergias e medicações.
- 03
Registrar enquanto o cuidado acontece
Eventos, drogas, fluidos e sinais vitais ficam organizados na ficha transoperatória.
- 04
Assinar e devolver ao prontuário
Em caso de instabilidade há rascunho local; ao sincronizar, o PDF assinado segue ao GED do Tasy.
O que mapear
antes de implantar.
Estas perguntas orientam uma conversa inicial e evitam configurar a tecnologia longe de quem vive a operação.
- Que dados já chegam prontos para a avaliação pré-anestésica?
- Como a equipe opera quando a rede da sala oscila?
- Qual é o destino documental esperado ao encerrar o ato?
A implantação é alinhada às regras clínicas, ao ambiente e às integrações do hospital.
Vamos analisar
essa rotina juntos?
Conte como a operação funciona hoje. A conversa começa pelo cenário da sua instituição.
Conheça o sistema que sustenta esta jornada
Vertuss Anestesia360