Agenda cirúrgica que acompanha a sala, não a planilha.
Um roteiro para organizar sala, equipe e pré-agendamentos na mesma grade que conversa com o Tasy.

A conversa começa
na rotina.
No centro cirúrgico, a disponibilidade da sala é só o começo: equipe, procedimento, convênio e mudanças precisam permanecer coerentes para que a próxima decisão seja segura.
Como a jornada
se organiza.
Uma sequência operacional baseada no fluxo atual do Vertuss Agenda.
- 01
Definir o recorte da operação
A equipe seleciona estabelecimento, sala e dia para trabalhar somente sobre as agendas autorizadas.
- 02
Ler a ocupação de relance
A grade torna visíveis os slots e o status de cada cirurgia para apoiar a decisão do dia.
- 03
Tratar o que ainda não é definitivo
Pré-agendamentos entram em análise e são confirmados na agenda oficial ou cancelados com justificativa.
- 04
Fechar no sistema de origem
O agendamento confirmado é gravado no Tasy, preservando o ERP como referência para a operação.
O que mapear
antes de implantar.
Estas perguntas orientam uma conversa inicial e evitam configurar a tecnologia longe de quem vive a operação.
- Quais salas e estabelecimentos cada perfil pode operar?
- Onde hoje nascem os pré-agendamentos e quem os valida?
- Quais mudanças precisam aparecer no Tasy para evitar dupla digitação?
O escopo de leitura e gravação é definido conforme a configuração da instituição.
Vamos analisar
essa rotina juntos?
Conte como a operação funciona hoje. A conversa começa pelo cenário da sua instituição.
Conheça o sistema que sustenta esta jornada
Vertuss Agenda