Governança de dados costuma começar como uma iniciativa estratégica e terminar como uma planilha sem dono. Para funcionar, ela precisa estar ligada a decisões concretas da operação.

Definir responsáveis por cada dado é um bom começo. Quem conhece a origem, quem pode alterar, quem aprova uma definição e quem responde quando o indicador perde qualidade?

Um catálogo simples, glossário comum e regras de acesso já reduzem conflitos entre áreas. O importante é começar pelo conjunto de dados que sustenta decisões críticas, em vez de tentar catalogar tudo de uma vez.

Quando a governança entra no fluxo, relatórios deixam de ser disputas de versão. A organização passa a discutir o que fazer, com mais confiança sobre a informação usada.


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