Em um sistema clínico, usabilidade não é só conforto. Uma interface confusa aumenta tempo de tarefa, favorece omissões e cria dependência de atalhos informais.
Projetar bem começa observando o trabalho real: interrupções, telas disponíveis, linguagem usada e decisões que precisam ser tomadas rapidamente. O que parece óbvio para quem desenvolve pode ser ambíguo para quem está na operação.
Hierarquia visual, estados claros, feedback imediato e acessibilidade reduzem carga cognitiva. Testes com profissionais reais revelam problemas que nenhum documento de requisito antecipa.
Uma boa experiência não esconde a complexidade do cuidado; ela organiza essa complexidade para que a equipe consiga agir.