Hospitais têm uma combinação difícil: sistemas críticos, alta disponibilidade, muitos perfis de acesso e dispositivos que não podem simplesmente sair de operação. Segurança precisa considerar essa realidade.
Zero Trust parte de uma ideia simples: nenhuma conexão deve ser confiável por padrão. Identidade, dispositivo, contexto e permissão são verificados continuamente, com acesso mínimo necessário.
Na prática, a jornada pode começar por inventário de ativos, autenticação multifator, segmentação de redes, revisão de privilégios e monitoramento de acessos incomuns. O essencial é priorizar os caminhos que chegam a dados sensíveis e sistemas assistenciais.
Resiliência também inclui ensaio. Planos de contingência e recuperação precisam ser testados para que a organização saiba como continuar operando quando uma camada digital falhar.