Em saúde, uma interface inacessível pode impedir uma pessoa de marcar atendimento, compreender uma orientação ou registrar uma informação importante. Acessibilidade é parte da qualidade do serviço.
Contraste, foco visível, navegação por teclado, rótulos claros e mensagens de erro compreensíveis são fundamentos. Eles ajudam pessoas com deficiência e também quem está cansado, com pressa ou usando uma tela pequena.
Conformidade com WCAG 2.2 nível AA orienta o trabalho, mas testes com pessoas reais mostram o que a checklist não captura. Diferentes tecnologias assistivas e contextos de uso precisam entrar na validação.
Projetar para mais pessoas desde o início reduz retrabalho e amplia confiança. Em sistemas críticos, incluir não é uma camada extra: é prevenir falhas de comunicação.